Mostrando postagens com marcador dezembro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dezembro. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Filmes de Dezembro

Star Wars: Os Últimos Jedi (2017)

Star Wars: The Last Jedi Outros títulos 

Dirigido por: Rian Johnson




Isso me faz tão bem, e agora com diferentes diretores (apesar de muitas coisas, serem repetitivas), cada filme tem a sua cara e seu charme, isso faz “Star Wars” respirar.

Tendo dado seus primeiros passos no universo Jedi, Rey se junta à Luke Skywalker numa aventura com Leia, Finn e Poe que revela os mistérios da Força e os segredos do passado.(Bem simples para evitar Spoiler).

Nem tudo e perfeito NE, embora eu tenha amado esse filme, do fundo do meu coração, a pequenas coisas que não gostei muito. Muitas coisa de episodio VII foram uma repetição de episodio IV, e agora episodio VIII e uma repetição de episodio VI, essa pequena falta de originalidade em algumas coisas, não prejudica muito filme, mas atrapalha um pouco. Um dos pontos que mais gostei, também e um dos que não gostei, (olha que curioso), foi a quebra de expectativa. O filme anterior deixou muitas duvidas e questionamentos, que foram respondidos, porem algumas respostas e o desfecho de alguns personagens não foi positivo pra mim, pois eles acabaram sendo mal aproveitados, vamos chamar de “síndrome de Darth Maul”. O romance do longa também não é bem trabalhado.

Como falei a quebra de expectativa tem seu valor, nem tudo precisa ser grandioso, as coisas podem ser simples. Você sempre espera uma grande revelação vindo de Star Wars, mas nesse filme(desculpe o Spoiler) não tem, e isso é fabuloso. O desenvolvimento dos personagens continua espetacular, o quarteto novo, continua evoluindo, Ray (Daisy Ridley) e Kylo (Adam Driver) cada vez mais fortes, Finn (John Boyega) e Poe (Oscar Isaac) mais heroicos.  Mas claro não seria “Star wars” sem Leia (Carrie Fisher) e Luke(Mark Hamill), e o longa e muito respeitoso quanto a grandeza desses dois, e lindo, chorei novamente. Visualmente o longa e FANTÁSTICO, muitas, mas MUITAS cenas lindas, que fotografia, da para fazer vários quadros com muitas cenas épicas. Cada detalhe do filme chama atenção, novas naves, novos Aliens (detalhe para os guardas de Snoke, achei eles F0d@). A ilha onde Luke se esconde já daria para o filme se passar todo lá.  Design de arte fabuloso dêem um Oscar para esse filme.

E cada cena de cair o c...digo,cada cena linda de meu Deus, que fotografia desse filme.


Cenas espetaculares, as sequências de luta atingem um nível acima daquilo que já vimos em qualquer outro filme da saga.  A formula Disney de humor que vemos no filmes Marvel, ta presente aqui, e sim, ela funciona, assim como no episodio VII, temos cenas hilárias, todos (praticamente) os personagens tem seu momento cômico. Desculpem-me os Fãs chatos, mas o melhor do filme e a forma respeitosa que trata os antigos personagens, não e apenas fanservice, Luke e Leia se reencontrando foi emocionante, rápido, curto, mas muito tocante. Precisamos falar  de Luke, e o quanto ele um grande Jedi, um mestre com incríveis poderes (MEU DEUS LUKE TU É O CARA), ele também é um homem com medos e questionamentos, o lado negro e seu pai irão lhe assombrar, para sempre.

Não  sabia o que falar eu só senti, tremi e chorei. Muito obrigado Luke.

Ao mesmo tempo em que a franquia da ousados passos para frente, trazendo uma nova cara para os filmes, com uma das de suas mensagens sendo uma das melhores da franquia, “Qualquer um pode ter a força, independente da sua origem, aquele personagem mais de lado, como uma catadora de lixo, ou limpadores de privada agora são heróis, não só princesas e filhos de homens poderosos” (se é que me entende). De longe a melhor coisa de “Os Ultimos Jedi” e maneira como o longa faz muito bem o dialogo do velho com o novo, todo o poder bruto do novo, que precisa ser lapidado, mas que vem com força,  e o velho e sua experiência,  a sabedoria, vamos nos abrir para o novo, mas não podemos deixar de lado os ensinamentos do passado, inclusive as falhas. Parabéns “Star Wars” você esta encontrando o equilíbrio na força.

De0a5: 4,7  Você e só um garoto de mascara!

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Filmes de Dezembro3

Rogue One: Uma História Star Wars 2016

Rogue One: A Star Wars Story

Dirigido por: Gareth Edwards


133 minutos
 Gente é o universo Star wars, com leite azul da Tia Beru, com guerra, e com o F0d@ do Darth Vader, já temos um baita filme.


A cidade sagrada de Jedha, local onde vive o extremista ( e mau aproveitado) Saw Gerrera.

Ainda criança, Jyn Erso (Felicity Jones) foi afastada de seu pai, Galen (Mads Mikkelsen), devido à exigência do diretor Krennic (Ben Mendelsohn) que ele trabalhasse na construção da arma mais poderosa do Império, a Estrela da Morte. Criada por Saw Gerrera (Forest Whitaker), ela teve que aprender a sobreviver por conta própria ao completar 16 anos. Já adulta, Jyn é resgatada da prisão pela Aliança Rebelde, que deseja ter acesso a uma mensagem enviada por seu pai a Gerrera. Com a promessa de liberdade ao término da missão, ela aceita trabalhar ao lado do capitão Cassian Andor (Diego Luna) e do robô K-2SO.
Apesar de todo meu amor pelo filme (que é muito grande), não posso deixar de apontar as pequenas falhas do filme. Um dos pontos que menos me agradou, é forma raza como os personagens são apresentados. O segundo ato filme, serve para nos apresentar os personagens, e criarmos um vinculo com eles, mas não da muito certo. Tudo acontece rápido, a mudanças de comportamento repentina, o vilão perde força, alem de ser um pouco arrastada, atrapalhando também o ritmo do filme. Na parte final devido a falta de aproximação, que tive com os personagens, acabei me preocupando muito mais com o cumprimento da missão (Embora eu já soubesse que o resultado seria positivo), do que para a vida dos personagens.(Exceto pelo K-2SO,esse eu me importava)
O longa ate tenta nos fazer entrar em sintonia com Jyn. mas ...

A historia funciona como filme único? Acredito que sim, mas obra ganha muita força, se você já tem um bom conhecimento de Star Wars. Um show de referencias, é fan service, mas tudo muito bem feito, coisa linda. A ambientação, do cenário Star Wars, também esta perfeita, para você assim, como eu, fá desta franquia, e assistir e chorar, chorar muito.
Morri.

Como falei o filme se sustenta sem as referencia, o clima de guerra, mas guerra de verdade, sem mocinhos e bandidos, pela primeira vez, foi sensacional. A parte final do filme e fabulosa, cenas de ação, uma atras da outra, tudo frenético, guerra na terra, guerra do espaço.
A força como algo sagrado, religioso, que coisa linda, muito obrigado Rogue One.

Star Wars para sempre, estou chorando novamente, sei que universo de Star Wars, nunca vai acabar, e está ganhando um sobro de vida novo (como se isso fosse necessário). O longa traz referencias a nossa realidade, as nossas guerras, com atentados terrorista e tudo, mas as referencia a franquia clássica, essas iram te ganhar, o longa realmente tem a força.

De0a5: 4,5 A força esta comigo e eu estou com a força.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Filmes de Dezembro2

O Bom Gigante Amigo (2016)

The BFG

Dirigido por: Steven Spielberg

117 minutos

Sabem aquele gostinho de infância, aquela nostalgia? O bom Gigante Amigo, traz isso. Com todo seu clima fantástico, fantasioso, e claro com toque de Steven Spielberg. Uma menina órfã indo morar com gigante, na terra dos gigantes, um filme assim vai sempre me fazer parar e assistir.
De verdade eu amei essa dupla.

Sofia era uma menina órfã que vivia em um orfanato. Uma noite, em plena Hora das Bruxas, ela é raptada por um gigante. Mas Sofia logo descobriu que ela não precisava ter medo daquele gigante, que era amigável e tinha como função soprar sonhos nas janelas das crianças.
Mesmo com toda a magia que envolve o filme, ele acaba sofrendo alguns momentos de lentidão narrativa, há momentos em que o filme literalmente para, fazendo assim com que ele fique mais longo que o necessário. Outro aspecto que particularmente eu não gostei do longa, foi seu final abrupto e totalmente anticlímax.
Faltou trabalhar mais eles.

A dupla protagonista do filme, consegue segurar ele muito bem, Sophie(Ruby Barnhill), a menina esta muito bem, o personagem exige uma personalidade forte e a menina entrega isso. E The BFG(Mark Rylance) o atual vencedor do Oscar de melhor Ator coadjuvante, mais uma vez está espetacular.  A captura de movimento ficou muito bom, seu olhar doce, seu jeito engraçado de falar, o tornam extremamente cativante. O inicio do filme, e fabuloso, a cena do encontro dos dois, o gigante fugindo e se escondendo na cidade, mostra o clima de aventura e magia, que permanecem o restante do longa.
Esse cenas na cidade, são magicas

Não é, nem de longe o melhor de Spielberg, mas ele consegue emular um pouco do espirito dos seus clássicos. Se você teve a infância nos anos 80 e 90, vai sentir aquele gosto de nostalgia, acho que o longa pode agradar mais a você do que as crianças atuais devido o ritmo dele. 

De0a5: 3,5 BFG, BFG,BFG,BFG...

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Filmes de Dezembro

Mãe Só Há Uma (2016)

Dirigido por: Anna Muylaert

82 minutos



Se você for assistir um novo “Que Horas ela volta?”, talvez você não entre na vibe do filme, embora possa haver algumas semelhanças entre os filmes, mas se você for ver para saborear mais uma obra de Anna Muylaert ,ai sim você vai desfrutar muito bem do filme.
Baseado numa história real, “Mãe Só Há Uma” é um drama familiar que retrata a vida conturbada de um adolescente de 16 anos, que vai viver com outra família ao descobrir que sua mãe o roubou na maternidade, sendo obrigado a deixar a família que o criou. Isso ocorre em um momento em que sua vida apresenta transformações, inclusive no âmbito da sexualidade
Um momento de diversas mudanças e escolhas.

E uma obra lenta, que se você assiste com um olhar mais desavisado, pode parecer um tanto quanto parada, parece que ele está sem direção, mas estamos falando da cabeça de um adolescente, então justifica essa bagunça toda. Um dos aspectos que podem ou não incomodar você, e a falta de profundidade dos demais personagens, a obra se fixa em Pierre/Felipe (Naomi Nero), e traz muito pouco dos outros personagens, cria algo com seu novo irmão sim, e são cenas ótimas, mas poderia ter feito o mesmo com sua irmã, mas não, ela acaba ficando jogada.

Que cena que me deixou tenso.


O longa ganha muita força devido as ótimas atuações, alem  do personagem principal, vamos destacar também, Daniela Deffusi, que faz o papel das duas mães, e mesmo com pouco tempo tela consegue fazer duas personagens bem diferentes, porem iguais como mães, e com grande peso narrativo. Temos cenas que descrevendo parecem simples como um jantar em família, ou uma ida ao Shopping para comprar roupas, mas não verdade são extremamente tensas e desconfortáveis, muito bem interpretadas e filmadas.
O que falar dessa então.

Mais uma vez temos aquele choque de realidades, de classes e ideias, em um filme de Anna Muylaert, e ela faz isso muito bem. O turbilhão que acontece na cabeça de Pierre / Felipe e muito bem retratado. Não bastasse toda a questão sexual que envolve o garoto ainda temos essa mudança de família. Uma obra que te faz pensar quem você é, você é o que quiser ser? Ou Você vai ser aquilo que os outros querem e dizem que você é?
                 De0a5: 4,0 Pierres...não...Felipes....não...Pierres mesmo.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

filmes de Dezembro5

PERDIDO EM MARTE

Dirigido por: Ridley Scott





Esteticamente muito bom, com um roteiro bem escrito, uma direção competente de Ridley Scott, e uma ótima atuação de Matt Damon. Apesar da historia, assim que você lé a sinopse possa parecer triste, o filme e bem positivo e divertido, com um final ao melhor estilo livro auto-ajuda.

Durante uma missão a Marte, o astronauta Mark Watney (Matt Damon) é dado como morto após uma feroz tempestade e é deixado para trás por sua tripulação. Mas Watney sobrevive e encontra-se sem recursos e sozinho no planeta hostil. Apenas com suprimentos escassos. Conforme essas histórias de incrível bravura se desdobram, o mundo se une para torcer pelo retorno seguro de Watney.

O Belo cenário, deve ser lindo caminhar em Marte.



Por mais que Mark passe por dificuldades, todas elas são bem resolvidas, e facilmente, isso acaba tirando um pouco a veracidade do filme, mas bom isso cinema, ele não precisa ser real, então você acaba aceitando de boa, que e possível sobreviver em Marte. Mark e um ótimo personagem, porem ele muito raso, da mesma forma que ele começa o filme, ele termina, não uma grande mudança do personagem, isso acontece apenas fisicamente, e nos últimos 20 minutos de filme. O filme perde oportunidades de construir isso,  não foi por falta de tempo, por que e um filme longo. Mark faz muitas coisas no começo do filme, e não sobra muito para fazer do meio para o final, tanto que neste momento temos um salto de 7 meses na historia. O personagem ganha muito pela ótima atuação de Matt Damon, que esta muito bem, com estilo irônico, sempre animado, espirituoso, cativante, da vontade de pegar uma nave e dizer "deixa que eu vou lá buscar essa cara, ele muito gente fina". Uma cena que é fantástica e quando Mark sai para caminhar ate uma sonda perdida em Marte, e começa nos relatar de como e estranho a sensação de tudo que ele fizer lá, ele vai ser "O primeiro homem a fazer isso em Marte", ate mesmo coisas simples. Ha outros Bons personagens, a comandante da tripulação Melissa Lewis (Jessica Chastain) consegue passar uma liderança;Teddy Sanders (Jeff Daniels) e Vincent Kapoor(Chiwetel Ejiofor) estão bem como executivos da NASA, e Rich Purnella(Donald Glover) que pareceu pouco, mas com momentos bem divertidos( destaque para as referencias ao Senhor dos Aneis).


A equipe de astronautas


Os filmes Ridley Scott geralmente são lindos visualmente falando, "Perdido em Marte" não e diferente, os efeitos estão ótimos, o figurino perfeito. Eu realmente, depois de assistir o filme acredito que marte seja daquele jeito. Não só Marte foi bem construída, como as naves, e seus ambientes internos. A trilha sonora muito boa, também segue o clima boa vibrações, cheio de musicas disco dos anos 70.


Se não conseguir resolver seus problemas, vá plantar batatas.

Tem tensão, você vai ficar aflito em alguns momentos, vai torcer bastante, vai dar mais valor as batatas que você compra no mercado, pode ate chorar, mas vai se divertir acima de tudo, por que o filme utiliza sim termos técnicos, porem a mensagem positiva de como resolver os problemas desde contas para pagar, ate ficar perdido em Marte ele consegue passar de uma maneira bem divertida e positiva.

De 0a5: 4,0 batatas

domingo, 3 de janeiro de 2016

Filmes de Dezembro4

A COLINA ESCARLATE

Dirigido por: Guillermo del Toro





Visualmente belo, com personagens interessantes, um diretor bem autoral, que sabe trabalhar bem com elementos fantasístico, esse filme de fantasmas, só não foi  melhor, por que tinha muitos fantasmas.


Apaixonada pelo misterioso Sir Thomas Sharpe (Tom Hiddleston), a escritora Edith Cushing (Mia Wasikowska) muda-se para sua sombria mansão no alto de uma colina. Habitada também por sua fria cunhada Lucille Sharpe (Jessica Chastain), a casa tem uma história macabra e a forte presença de seres de outro mundo.


como não se encantar pelo Tom Hiddleston


 A melhor coisa do filme e a mansão da família Sharpe, por que ela praticamente um personagem do filme. A primeira vez que a mansão aparece e fantástico, você olha aquela casa velha, suja, com um enorme buraco no teto de onde cai a neve dentro da casa, e o chão que nas frestas do piso, sai um barro vermelho escarlate, realmente um cenário assustador, e Guillermo del Toro e um mestre nisso. Os irmãos Sharpe também conseguem criar um clima de mistério, Tom Hiddleston esta bem como irmão inocente, mas o destaque vai para Jessica Chastain que e mais assustadora que os fantasma. O cenário, os figurinos, a trilha tudo ok, mas o enredo não e legal, tem muitas coisas forçadas, a relação de Edith com os fantasma não e bem explicada, alias Mia Wasikowska podia ter se esforçado um pouco mais no papel. Alem dos fantasmas que aparecem de mais, (Del Toro, poderia deixar eles como sombras, não mostrar a cara deles direto) a Edith também não esta legal, essa personagem não me convenceu a torcer por ela.


Del Toro sempre espetacular nos efeitos práticos, a casa realmente foi construída, era uma casa de verdade( assustador né? )



 Deste do incio do filme(não e spoiler, na primeira cena isso acontece), o fantasma da mãe de Edith, fala para ela não ir na Colina Escarlate, e passa o resto do filme fazendo aparições para reforçar isso, e a mulher vai para a colina, chega lá," Nossa uma colina escarlate, que legal, vou viver aqui", outros fantasmas vão aparecendo e mesmo assim, ela continua "de boa" na colina, só vai pensar em sair no final do filme.


Jessica Chastain no papel de falsiane


O filme assusta, tem momentos bem de terror, o cenário que o diretor cria contribuem muito para isso, esta longe de ser um filme ruim, porem tem seus erros, roteiro, narrativa lenta e uma atriz principal que não empolga. Se você gosta de levar sustos ou se deslumbrar com os figurinos, maquiagem, toda produção artísticas de um filme, sem dar bola para o roteiro, vá, assista esse filme.

"O Iluminado", eu entendi a referencia .

Obs: Eu convido a todos para tomar uma xícara de chá e só marcarem o dia.


sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Filmes de Dezembro3

NUMA ESCOLA DE HAVANA

Dirigido por: Ernesto Daranas





Qual a importância de um professor na vida de um aluno? essa pergunta eu me faço constantemente, ai vem um filme belíssimo que mostra que realmente a importância de um professor na vida de um aluno e proporcional a que aluno tem na vida de um professor,pelo menos essa e a minha visão, não basta você culpar o aluno por sua falta de atenção, dificuldades de aprendizagem, mas sim ver o que você esta fazendo para mudar isso. Bom, não e um filme exclusivamente para professores, mas sim para todos aqueles, que não conseguem ver que muitos problemas sociais são causados pela própria sociedade, como diz o filme " se você quer transformar uma criança em marginal, trate-o como um". Eu fiquei encantado pela professora Carmela. 

Em poucas cenas você já entende Carmela, toda sua historia, o por que de suas atitudes e se apaixona.

Chala tem onze anos, vive sozinho com sua mãe viciada e treina cães de briga para buscar um sustento para os dois. Esse círculo de violência ás vezes se reflete na escola. Carmela é sua professora da sexta série e o garoto sente um grande respeito por ela. A relação entre a veterana professora e o garoto se faz cada vez mais forte, porém esse compromisso colocará em risco a permanência de ambos na escola.

Atuações bem reais, nem parece que os atores estão atras de uma câmera, você realmente compra verdade do filme. Alina Rodriguez Ruiz( Carmela) esta cativante, seu personagem e um exemplo de ser humano, Armando Valdes Freire(Chala) e um personagem forte, mesmo sendo apenas uma criança. Diferente do que algumas pessoas pensam, esse filme não ressalta as maravilhas da ilha de Fidel( não gostou vai para Cuba, se você fala isso vai se interessar), toca em feridas sócias, bem fortes, chegando a falar de assuntos religiosos, coisa que eu fiquei positivamente surpreso ao ver.

Chala e Yeni( outra pequena grande personagem)

 A realidade mostrada no filme e bem parecida coma que temos aqui no Brasil( algumas pessoas infelizmente não conseguem ver isso), uma pobreza enorme, uma marginalização de uma parte da sociedade, onde crianças praticamente tem sua infâncias cortadas. Um ponto que ressalta bem essa semelhança e o fato que a solução para fazer a o menino não se tornar um "marginal" e troco-lo de colégio, mandar Chala para um reformatório, isso resolve o problema da escola, mas não o do menino, que assim que sair  de la, vai voltar para a bagunça do seu ambiente familiar( está com pena?leva para tua casa, você que fala isso , vai se interessar).

Chala em um dos seus momentos de fúria e descontrole


E uma excelente obra,  real, dura, pesada talvez, mas excelente. Vamos olhar o ser humano, vamos dar a importunidade para todos, vamos incentivar também, sim as pessoas podem mudar, ainda mais quando são crianças, espalhem a mensagem do altruísmo através de seus pombos correios.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Filmes de Dezembro2

                                                  NOCAUTE (2015)
Dirigido por: Antoine Fuqua



Filme  de drama esportivo, onde um lutador tem que enfrentar seu maior desafio fora no ringue, alguma novidade? não, Jake Gyllenhaal atuando espetacularmente, construindo muito bem seu personagem, fazendo com que o telespectador fique apaixonado por ele, alguma novidade? não também não.

Billy "The Great" Hope (Jake Gyllenhaal), um lutador, trilha seu caminho rumo ao título de campeão, que apos sofre uma tragedia pessoal, tem que enfrentar um grande desfio fora do ringue, para conquistar o amor de sua filha.

Que hom...digo, que ator.

 Um filme bem genérico, muito simples, tem momentos que força bastante no melo drama, ele quer ver você sofre junto com personagem principal, o segundo ato do filme e só sofrência, a fotografia escura, a trilha muda, todos os personagens chorando, se é seu estilo ok, se não é, vai achar essa parte bem forçada, por que o filme  vai te bater ate chorar.

O que torna o filme interessante e interpretação Jake Gyllenhaal, mais uma vez ele nos entrega um grande personagem. Os problemas de Billy são bem clichês, mas a verdade que o ator nos passa, parece tudo real, o personagem fala com olhar, um olhar perdido sem brilho, conforme o filme passa ele vai perdendo a voz também, passa a falar baixo, parece extremamente fraco, completamente diferente do inicio do longa, e  você sente isso, a identificação a vontade de ir ajudar ele, te falar com tela coisas do tipo "Não faz isso", " Poxa Billy você não merecia isso", tudo graças ao espetacular ator que é Jake Gyllenhaaal. Um rápido destaque para a pequena Oona Laurence, que faz o papel de Leila Hope, filha de Billy , a melhor cena de luta no filme e o momento onde ela senta a porrada em seu pai( admito que que neste exato momento um cisco caiu em meu olho)


Um relacionamento complicado.



A falta de originalidade do filme não prejudica muito,  alem de  ótimas atuações , as cenas de lutas são muito bem filmadas emulando  as transmissões de TV (ao melhor estilo HBO), e neste momento a trilha deprê genérica da lugar para o Rap de Eminem, e filme ganha animo. Não é uma obra que vence por nocaute, mas  sim por pontos de maneira tranquila, ela apanha um pouco, mas termina a luta bem.

As lutas de boxes( no meu ponto de vista) sempre foram um show.