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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Filmes de Abril 3

 Os Guardiões (2017)

Zaschitniki 

Dirigido por: Sarik Andreasyan


Mais um filme genérico de super herois, com pouca originalidade, o roteiro que um fiapo, um vilão sem muito sentido, mas espera....E Russo? O que tem um Urso atirando com uma super metralhadora, QUE ESPETÁCULO!!!.

A trama se passa durante a Guerra Fria, quando uma organização chamada "Patriot" criou um esquadrão de super-heróis, que inclui membros de várias repúblicas soviéticas. Durante anos, os heróis tiveram que esconder suas identidades, mas em tempos difíceis eles precisam se revelar novamente.


Nossos heróis.

O roteiro é uma bagunça, tudo muito mal explicado,corrido, e difícil você pegar o real motivo do conflito heróis e vilão, apesar dele ser bem bobo. As atuações embora não sejam grande coisa, não chegam a atrapalhar, o problema e a história genérica de mais, e tudo acontece muito rápido. Um exemplo e a cena onde a organização começa a investigar “Os Guardiões”, liga o computador, dois clicks e pronto, 2 minutos depois acharam todos, que estavam super escondidos por anos, e mais 2 minutos todo mundo ja esta fazendo a missão, mas ok ne.

Confesso que os efeitos especiais me surpreenderam, tudo funciona bem, os poderes são bem explorados, temos ótimas cenas visualmente falando, (Principalmente a cena DO URSO COM UMA SUPER METRALHADORA). Como bom fã de Super heróis, também não vou negar que por mais raso, que tenha sido o roteiro, gostei da ação do filme, ele cumpre o papel de entreter, e tem algumas cenas de alivio cômico divertidas.

FALO NADA!

Temos um bom design de personagens, muito bons mesmo (menos o líder, O cara das pedras), os demais são fantásticos, da vontade de saber da história dos personagens e ver o real potencial dos seus poderes.

                               Khan, eu gostei dele.
Uma historia muito fraca, não sai da formula, abusa de clichês (O que foi o golpe final?), personagens sem profundidade, você nem liga para os dramas deles, um vilão que e qualquer, mas no final “Os Guardiões”, cumpre a função que queria, tem ação, mega explosões, termina o filme tendo exatamente aquilo que você queria, diversão e ainda ganha um URSO COM UMA SUPER METRALHADO GIGANTESCA.


De0a5: 2,5 Tovarish

terça-feira, 25 de abril de 2017

Filmes de Abril2

O Poderoso Chefinho (2016)

(Boss Baby)

Dirigido por: Tom McGrat



E fofo, lindo, divertido como um bebê , mas também pode ser bem cansativo, como um bebê .
Um bebê falante que usa terno e carrega uma maleta misteriosa une forças com seu irmão mais velho para impedir que um inescrupuloso CEO, que possui um ardiloso plano de vingança.
Um inicio fabuloso, uma apresentação de personagens bem feita, mas faltou o desenvolvimento dos personagens. Nos é apresentado o inventivo Tim, e o intrigante "Bebê", porem me passou a imagem que o longa perdeu muito tempo tentando criar uma rixa e depois uma união entre esse dois personagens, o que acabou prejudicando o desenvolvimento de ambos, já que a historia deles se resumi apenas isso. Outra coisa que gostei, mas ficou muito deixada de lado e  Baby Corp, um lugar muito fabuloso, e pouco explorado infelizmente.
Um dos momentos de embate entre Baby e Tim
Como falei anteriormente a abertura do filme e fantástica, temos a narrativa off, de Tim nos contando como era sua infância com seus pais, onde visualmente e muito bem explorado a imaginação sonhadora de uma criança e toda fantasia que ele cria em sua mente, logo em seguida temos a cena “OOOOWWWWEEEEEN” (O longa cheio delas), que mostra de onde vem os bebes, (sim temos essa revelação) e muito FOFO, da vontade de pular na tela e apertara todos os bebes.
O divertido grupo de bebes.

Visualmente a obra merece bastante destaque, assim como a maneira que aborda o “mistério” de onde vem os bebes de jeito bem criativa, sem falar no grupo de bebes que trabalha com "Baby", que garante cenas engraçadas, como as duas sequencias de perseguição. O filme vai muito bem ai, mas ela acaba terminando simples, indo em direção ao obvio. Vale a diversão, vale as risadas, vale toda fofura dele, vale ainda mais os momentos lindos ao som de "Blackbird" dos Beatles.


De 0a5: 3,5 oooowwweeeenn que fofura!

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Filmes de Abril

FRAGMENTADO (Split, 2017) 

Dirigido por: M. Night Shyamalan


Não vou chegar aqui dizer “M. Night Shyamalan, sempre fui fã”, por que não, devido sua carreira inconstante acabei deixando alguns títulos passarem, mas desta vez resolvi dar uma chance para “Fragmentado”, é olha, não me arrependo, uma tensão super bem construída que se mantem até o clímax do filme, com uma boa direção, ótimas atuações, recomendo que vá até final, pode não gostar, mas vá até o final.
Kevin (James McAvoy) possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.


Não parece o mesmo ator, que atuação monstruosa. (hehe)

E um filme bem produzido, seu suspense e bem criado, seu único momento que me incomodou, foram os flashbacks da personagem Casey (Anya Taylor-Joy), entendo que eram necessários, para mostrar a força da personagem, mas um momento só, um pouco mais longo, contando o seu trauma de maneira direta já poderia resolver, não vários soltos ao longo do filme.
Um dos destaques do longa e a incrível atuação de McAvoy, que nos apresenta 8 diferentes facetas das 23 personalidades do seu personagem. Cada um com sua particularidade, uma entrega física e emocional fabulosa. A jovem Anya Taylor-Joy, que já havia chamado atenção em “A bruxa”, aqui mais uma vez se destaca, ela passa uma verdade dramática e uma força, fazendo com que sua personagem não seja apenas uma donzela em perigo.
Foi muito bom ver essa dupla em cena.( McAvoy e Anya Taylor-Joy)

Shyamalan é um baita diretor, um domínio de câmera para poucos. E muito bom você analisar o jogo de câmera que ele faz, conforme McAvoy muda de personalidade, muda os enquadramentos, e a forma como ele consegue nos colocar dentro de ambientes fechados, genial também. Mas o que eu mais gosto nesse diretor incrível, e como ele trabalha o suspense com aquilo, que não esta cena, como por exemplo logo no início do filme a cena do estacionamento do mercado.

Uma direção impecável, atuações acima de media, sim podemos dizer Shyamalan, está realmente de volta. Ninguém trabalha o suspense como ele atualmente. Não é um filme de terror, mas sim pode dar medo, por ser real (ou brincar com a nossa mente fazendo tudo parecer real) e no final, aquela revelação gostosa que tanto gostamos nos filmes dele.

De0a5: 3,8 Continuações

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Filmes de Abril5

O Conto dos Contos/ 2015

Il Racconto dei Racconti

Dirigido por: Matteo Garrone

125 minutos



Este e realmente um conto de fadas, tem beleza, rainhas, princesas, príncipes, reis, monstros, bruxas, Ogros,  ódio, inveja, vingança e muito sangue. Se você já pesquisou um pouco mais fundo sobre "Conto de Fadas" sabe que este filme e muito fiel ao tema.

Sim, temos lindas donzelas.
No reino de Longtrellis, o rei (John C. Reilly) e a rainha (Salma Hayek) vivem com uma frustração, já que não podem ter filhos. Em busca de uma solução, eles entram em contato com um mago, que oferece uma receita, entretanto, ele faz um alerta: toda vida criada exige uma perda, para que o equilíbrio seja mantido. Em outro país, um rei (Vincent Cassel) guiado pelo desejo está obcecado por uma mulher que viu pela janela, no alto de seu palácio. Em um terceiro país, um rei (Toby Jones) se surpreende com a descoberta de uma mosca que, alimentada por seu sangue, cresce cada vez mais ao mesmo tempo que sua filha fica cada vez mais ansiosa para se casar.



Admito que por mais que  eu tenha gostado do filme, por que sou apaixonado pela temática, eu achei a narrativa um pouco confusa, principalmente no começo do filme, varias mudanças de cenário, apenas lá no final do filme que eu percebi que as historias se passavam no mesmo mundo, em reinos vizinhos.

Preciso dar mais motivos para assistir o filme?

A parte técnica do filme e excelente, fotografia, cenários, figurinos, tudo muito bem construído, dando realmente um ar de conto de fadas para o filme. No meio de tantas estorias e cenas fanatísticas, eu gostei bastante  dos meninos albinos, achei lindo a relação dos dois, e a parte das irmãs, que já vou avisando, tem cenas bem "desagradáveis", que tive que fechar os olhos por que não queria ver( sim eu sou fraco).

Descubra o ele que une esses dois.

Contos de fadas, em suas versões "originais" não eram exatamente o que temos hoje, as nossas crianças de hoje não estão preparadas para estas versões dos contos, e o filme retoma esse espirito, então não é um filme infantil, não aconselho você colocar seu filho para ver o filme( mas se você cortar algumas partes e mostra a parte fantástica, ai sim). Vou bater nesta tecla mais uma vez, a obra não e perfeita, mas funciona como contos infantis, tem lições de valores, que você aprende junto com os personagens, egoismo, inveja, ciumes, são castigados assim como as fabulas infantis, mas aqui o castigo e um pouco maior do que estamos acostumados a ver nas telonas.


De0a5: 4,6 Era uma vez...

sábado, 16 de abril de 2016

Filmes de Abril4

Advantageous/2015


Dirigido por: Jennifer Phang

90 minutos


Um filme bem honesto, com um roteiro ótimo, os diálogos são muito bons, "Advantageous" consegue abordar vários assuntos sérios de uma maneira bem simples e sem se perder ou ficar chato. E um filme sem um grande orçamento, então seus efeitos acabam não sendo aquela coisa toda, mas as atuações e fotografia superam isso facilmente.


Em uma cidade no futuro próximo cheio de dificuldades econômicas, Gwen(Jacqueline Kim)e sua filha, Jules(Samantha Kim)fazem tudo o que podem para manter a alegria, apesar de toda a instabilidade em volta do seu mundo.

Bons momentos de mãe e filha.

A narrativa que o filme cria nos é mostrado o relacionamento mãe e filha, e muito bem construído, embora para o meu gosto pessoal, a filha poderia ser mais explorada e trabalhada, no meio do filme é focado mais a mãe, e garota só retorna com força na parte final do filme.

O grande destaque do filme e seu roteiro bem escrito e muito bem dirigido, o filme como um todo flui muito bem. Apesar de "simples", ele consegue abordar vários assuntos. Temos deste do relacionamento mãe e filha, passando pela difícil vida de uma mãe solteira que e julgada pela sociedade, a ditadura da beleza, o espaço da mulher no mercado trabalho, e uma rápida passada na prostituição infantil. Mesmo com essa diversidade de assuntos o filme não se enrola.

Os melhores momentos do longa são os diálogos mãe e filha, alguns momentos você pode  pensar "por que elas estão falando isso", mas depois de alguns minutos de filme," Ah! por isso eles falaram isso antes". Um exemplo que ilustra isso, é as duas tem um dialogo, antes da mãe passar pela cirurgia que o grande plot do filme (que eu não vou contar), onde ela a filha relata que não sabe porque ela(filha) ainda esta viva, Gwen da uma resposta bem bonita para menina. Após a cirurgia , notando que sua mãe agora esta diferente, quase não a reconhecendo mais, novamente se questiona sobre sua existência e Gwen, da uma resposta muito parecida com anterior "Nossa ela esta voltando a ser o que era antes, por isso esta dando essa resposta". Parece simples não é? E simples, mas e muito bem executado.

Esta cena e muito importante, preste muita atenção , Gwen e Fisher( James Urbaniak).

Em mundo onde lutamos cada vez mais pela participação das mulheres no cinema, e como protagonista, "Advantageous" e uma grande descoberta, com sua temática bem feminista. Como e luta da mulher no mercado de trabalho, ainda mais para as que não são mais jovens e querem se colocar no mercado, como a sociedade (e o filme te coloca para fazer isso, você vai julgar Gwen) em uma simples atitude consegue passar uma mulher de santa para puta rapidamente. Uma obra daquelas que te deixa perguntas, e poucas respostas. Vocês acreditam que tudo que fizemos e falamos que é pelos filhos e realmente pelos filhos? ou temos atitudes egoísta, onde a nossa vontade, vaidade vem antes do que realmente e melhor para o filho?

De0a5: 4,5 escolas particulares

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Filmes de Abril3


Kung Fu Panda 3/ 2016

Dirigido por: Alessandro Carloni, Jennifer Yuh Nelson

94 minutos

 


Eu sinceramente esperava bem menos deste filme, apesar de ser muito repetitivo em suas piadas, ele ainda consegue ser um bom entretenimento, equilibrando ação e comedia muito bem.


Quando o pai (Bryan Cranston) perdido de Po (Jack Black)reaparece, a dupla viaja a um paraíso secreto dos pandas. Mas quando descobre que o vilão sobrenatural Kai (J.K. Simmons) está percorrendo a China para acabar com todos os mestres do Kung Fu, Po deverá realizar o impossível: treinar um vilarejo repleto de Pandas divertidos, amorosos e desajeitados para que eles tornem-se os mais poderosos Kung Fu Pandas!

Pai e filho juntos = Cenas hilárias ou emocionantes.
Se você não gosta da franquia, não vai ser este filme que vai lhe fazer gostar, ele continua com os mesmo erros dos filmes anteriores, as piadas se repetem de mais, os acontecimentos são rápidos de mais, todos os treinamentos são extremamente rápidos, o longa apresenta um problema como algo grande e quando chega no seu clímax, tudo e resolvido facilmente. Essas falhas no roteiro só não atrapalham por que o carisma dos personagens e enorme.

O carisma dos Pandas, juntamente com qualidade fantástica da animação, são as melhores coisas do filme. São personagens muito fofos, divertidos, a estadia de Po na vila dos Pandas e o meu momento favorito do filme, claro sem esquecer as cenas de luta que continuam impecáveis.

As sequencias de ação são maravilhosas, a animação do filme esta impecável.
Mais uma franquia que não sai do esquema "mais do mesmo", isso poderia ser péssimo, mas quando falamos de pandas ultra fofos, eu quero mais, sempre mais. Kung fu Panda 3 não parece ser o final da franquia, mas se fosse seria um ótimo desfecho é divertido, belo, fecha um importante ciclo familiar de Po, acho que realmente esta na hora de parar, se não o Yng-Yang perde seu equilíbrio.

De0a5: 3,5 Pais


sábado, 9 de abril de 2016

Filmes de Abril2

Homesick / 2015


Dirigido por: Jakob M.Erwa


98 minutos


Nossa eu entrei de cabeça no filme, e isso foi ótimo. A narrativa muito boa, a historia e contada de maneira fluida, que de repente você também não sabe mais o que é real ou imaginação.

Jessica, uma ambiciosa estudante de violoncelo recebe um convite para um concurso internacional. Uma grande oportunidade, mas ao mesmo tempo uma enorme pressão. O estresse começa a atrapalhar a vida de Jessica e em breve a realidade e a imaginação se confundem.

Todas as cenas que Jessica ia ensaiar em casa, eu ficava tenso.

Em alguns momentos o filme me parecia previsível, mas daqui a pouco tudo mudava, eu mudava também, o filme te sunga para dentro de sua loucura de uma maneira fabulosa. As duas principais personagens do filme são muito boas. Jessica(Esther Maria Pietsch), muitas vezes me coloquei no lugar dela, por todo estresse que ele estava passando, eu entendia sua situação, mas mesmo assim eu acreditava em tudo que ela estava passando, para mim era tudo real Hilde Domweber(Tatja Seibt), ela consegue ser frágil e assustadora, uma ótima atuação. As cenas em que estão duas estão juntas dialogando, todos as cenas, são extremamente desconfortáveis.

A trilha sonora também e muito importante ela da um toque especial ao filme, principalmente Bach. O longa não tem muitos cenários, a maior parte do filme acontece dentro do prédio, tudo muito escuro, sombrio e assustador.

Uma casal em harmonia, ou não.

Uma obra que mexe com o psicológico, se você for ler a sinopse parece meio besta, ate por que temos varias outras obras que contam historias parecidas, mas as ótimas atuações fazem este filme se destacar. Se você mergulhar no filme, vai acabar nadando em um mar que esta confuso, agitado, você não vai saber para onde esta nadando, quando voltar para superfície. Depois me resposta, se o seu mergulho foi um sonho ou real?

De0a5: 4,5 Pikachu

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Filmes de Abril


Orgulho e Preconceito e Zumbis / 2016



(Pride and Prejudice and Zombies)


Dirigido por: Burr Steers 

107 minutos




Orgulho? Check, preconceito? Check, zumbi? Ue, está faltando zumbi neste filme. Não é um filme horroroso, porem esta bem longe de ser um bom filme. A obra simplesmente se contenta em contar a estória do clássico livro "Orgulho e Preconceito", só que agora como diz o título com zumbis no meio. Eles ate são bem introduzidos no filme, mas o filme explora pouco eles, dando muito mais foco no romance e humor, e ai o filme fica genérico de mais.

Um surto de zumbis se abateu sobre a Terra nesta releitura do conto clássico de Jane Austen que trata das relações e enlaces amorosos entre amantes de diferentes classes sociais na Inglaterra do século XIX. A resoluta heroína Elizabeth Bennet (Lily James) é mestre em armas e artes marciais; e o belo Mr. Darcy (Sam Riley) é um feroz assassino de zumbis e símbolo máximo do preconceito inerente às classes superiores. Mas à medida que o surto zumbi se intensifica, os dois devem deixar o orgulho de lado e unir forças no campo de batalha encharcado de sangue, a fim de acabar com o exército morto-vivo de uma vez por todas.

Me chamem de Zumbi e vem ne mim, irmãs Bennet

A obra consegue nos mostrar um cenário bacana, os atores estão esforçados tentando nos entregar bons personagens, mas o problema é que, parece que tudo que o filme faz fica pela metade. Tem romance, mas a construção não e bem feita, personagens se apaixonam rapidamente, o filme nos mostra poucos momentos dos casais juntos, e rapidamente já nos mostra todos completamente apaixonados. O humor do filme também e muito forçado, fora de tempo, o que torna todas as piadas muito sem graça. (Não vou nem falar da qualidade do efeitos especiais).

As cenas de ação são bem coreografadas, esses momentos inclusive são os melhores do filme. Temos boas cenas, como quando Jane Bennet ( Bella Heathcote) encontra em um bosque uma mãe e seu bebe, ambos zumbis, essa cena gera uma tensão muito boa. Os diferentes graus de inteligência dos Zumbis também e legal, eles mudam conforme se alimentam, mas dai, surgi zumbi indo para igreja, zumbi galã, e os zumbis roots, de raiz , zumbi moleque, acabam ficando com muito pouco tempo de tela.

O filme consegue ter seus bons momentos.

Da para assistir tranquilamente,Lily James  como Elizabeth Bennet é ótima(em todos os sentidos), eu me empolguei com as lutas mas não muito, me apaixonei pelos casais, mas não muito, eu ri em algumas cenas mas não muito, "Orgulho e Preconceito Zumbi" é isso, um filme que não sabia para onde atirar, atirou para todos os lados e infelizmente acertou muito pouco.

De0a5: 2,5 Igreja pentecostal do Zumbi salvador dos últimos dias